E depois do Lay-off?, in https://expresso.pt/blogues/bloguet_economia/blogue_econ_diogo_agostinho/2020-08-03-E-depois-do-lay-off-

O Regresso da Censura, in https://sol.sapo.pt/artigo/704325/o-regresso-da-censura

Somos tão estúpidos, in https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/somos-tao-estupidos-afinal-e-facil-616676

O povo merece a arrogância do PS

O interessante é perceber que o dr. Costa manda no PS, o PS manda no Estado e, é sabido, o Estado somos nós, que andamos a reboque de uma quadrilha com planos de dominação absoluta.

Este ano, por razões que não vêm ao caso, tenho passado boa parte do meu tempo numa cidade portuguesa que não aquela em que nasci, cresci, vivi e, parcialmente, ainda vivo. A minha cidade sempre foi socialista, ou seja, lá os residentes votam no PS para a autarquia e para o Parlamento. O PS distribui empregos, habitações “sociais” e demais benesses. O PS influencia os negócios particulares, os quais, se valerem a pena, não acontecem à revelia dos caciques locais. O PS é a rede inevitável a que vão parar as ambições, as ilusões e as esperanças de promoção social. Etc. É assim há 45 anos.

Na outra cidade de que falo não era assim. Vista ao longe, como eu a via, a cidade não parecia coutada de um partido. Além de um triunfo do CDS, o PSD vencia a maioria das eleições, o PS ganhava as restantes. Hoje, que estou aqui com frequência, descubro dia após dia que o PS controla a câmara, as freguesias, as escolas, as associações, as obras, as igrejas, o comércio, os semáforos, a “cultura”, a horticultura e por aí fora. Não é comigo. Graças a Deus, e a bem da higiene, o meu contacto com essa realidade limita-se aos testemunhos, indignados ou resignados, de interpostas pessoas. Através destas, vou conhecendo a existência de criaturinhas medonhas, sem escrúpulos nem letras nem vergonha, movidas exclusivamente pela ânsia de agradar ao partido e, no processo, realizar sonhos ridículos. É um universo repulsivo, repleto de boçalidade e prepotência, de ignorância e desonestidade, de vénias e humilhações. E se é um universo pequenino, não acho excessivo imaginar que constitui amostra razoável do país. Um país onde o PS está próximo de tomar conta de tudo.

Exemplos são inúmeros. Dou um. Esta semana, acabaram as reuniões periódicas no Infarmed. Porquê? Porque o dr. Costa, que na penúltima reunião se viu desautorizado pelos factos, o decidiu. Na altura, enxovalhou a ministra da Saúde (que agradeceu e merece o enxovalho) e bateu com a porta. Agora, terminou sumária e arbitrariamente com uma fonte perturbadora da propaganda acerca da Covid.

Não vale a pena comentar o carácter e a educação do dr. Costa, ambos nulos. O interessante é notar o puro despotismo. O interessante é perceber que o dr. Costa manda no PS, o PS manda no Estado e, é sabido, o Estado somos nós, que andamos a reboque de uma quadrilha com planos, em acelerado curso, de dominação absoluta. Quase sem oposição partidária, contraponto institucional, escrutínio jornalístico e a um passo de abolir qualquer dissensão pública, o dr. Costa e seus comparsas subjugaram-nos aos respectivos desígnios. É a concretização da política do quero, posso e mando, o chavão do PCP que os comunistas deixaram de usar a partir do momento em que se juntaram ao assalto. Escuso de referir a corrupção, o compadrio e os defeitos endémicos que hoje se exibem à luz do dia. Quando o autarca de uma capital resolve pintar o chão de cores bonitas e não é imediatamente internado, isto já não se assemelha em nada a uma democracia. As ditaduras começam pela trafulhice, evoluem com a arrogância e consagram-se na demência.

Com os subornos certos aos pelintras certos, nos partidos, nos “media” e no que calha, é claríssimo que o PS conquistou, no sentido bélico, os portugueses. A culpa é do PS? Lamento, mas a culpa é dos portugueses. Por muito que apreciassem o método, os socialistas não apontam uma pistola a ninguém para obrigar a apoiá-los nas sondagens, a tolerar asfixias fiscais, a aplaudir planeamentos leninistas, a subscrever a censura das opiniões, a rir “com” e não “de” palhaços, a respeitar as ordens de “autoridades” meramente grotescas, a admitir a transformação da vida em comum no quintal de um bando de matarruanos. O poder ilimitado do PS advém da ilimitada propensão dos portugueses para a submissão. E quanto maior o poder, maior a submissão, que é voluntária e não é particularmente incómoda. É preciso imaginar os portugueses felizes, ou no mínimo contentinhos.

Recentemente, perguntaram-me se eu via maneira de a “situação” mudar. Respondi que sim: a miséria. A descida do país a uma miséria tão avassaladora que subverta os fundamentos do que somos e nos atire para o desespero sem regras. Acrescentei que, não sendo um cenário improvável, não é um cenário desejável – mesmo que para varrer com o PS. A alternativa, enquanto houver dinheiro alemão para distribuir e impostos para pilhar, é o domínio do PS perpetuar-se. E crescer. Convém não ignorar o efeito avalanche: à medida que a bola de neve engorda, mais neve se junta ao todo. Os portugueses, dependentes e infantis, são os flocos de neve desta história, ávidos por se associarem aos que estão por cima – por cima deles, evidentemente. Está-nos na pele, e sai-nos do lombo.

Entre o totalitarismo e o caos, o destino pátrio é incerto e não se recomenda. A única certeza é a de que a democracia tem os dias contados. Era humilde, esfarrapada, coxa e burlesca, coitadinha. Mas era a nossa democracia, de qualquer modo preferível a três quartos dos regimes em vigor na Terra. O que virá, e está a instalar-se a cada momento, será bastante pior. Uma série deliberada e fortuita de circunstâncias favoreceu o casamento perfeito da vocação dos socialistas para sentirem donos da ralé com a vocação da ralé em servir. Uns 85% das intenções de voto vão para o PS e para as forças “colaboracionistas”. É pena que nas próximas “legislativas”, doravante um ritual dispensável, o PS sozinho não atinja essa marca: ao menos expunha-se a farsa. Entretanto, o PS vai estrangular-nos até ao último cêntimo, e pisar-nos até ao último assomo de humanidade. O PS não possui consideração nenhuma pelos portugueses que, por acção ou omissão, legitimam o PS. Eu também não.

Ignorar erros e procurar bodes expiatórios e cobardia, in SOL https://sol.sapo.pt/artigo/702213/ignorar-erros-e-procurar-bodes-expiatorios-e-cobardia

Os cobardes do regime, in SOL https://sol.sapo.pt/artigo/702361/os-cobardes-do-regime

Racismo como pretexto, in SOL https://sol.sapo.pt/artigo/701078/o-racismo-como-pretexto

Para salvar uma árvore

Éirónico: Marcelo, hipocondríaco, perdeu o controlo da narrativa hipocondríaca e securitária que nos apascenta. O Presidente e a sua marquise executiva, Antónia Costa, estão a ser criticados por terem sido demasiado audazes nos sinais de desconfinamento. Ora ainda bem que Marcelo deu esses sinais. Ele sabe algo que a narrativa do medo esquece desde o início: a quarentena pode destruir e matar mais do que o vírus.

O nosso problema não é o número de infetados. Esse campeonato, jogado ao nível europeu entre países, é irracional e, mais uma vez, anticientífico. Os virologistas como Pedro Simas não se cansam de dizer a mesma coisa desde o início: ter o vírus SARS CoV-2 não determina o desenvolvimento da doença covid-19; aliás, a esmagadora maioria não desenvolve. O nosso problema são os lares de idosos. Uma falha que partilhamos com todos os estados, desde Nova Iorque até à Suécia. O Ocidente mostrou-se incapaz de proteger os lares dos mais frágeis. É porventura a grande reflexão a fazer no pós-covid: é imoral continuarmos a arrumar a velhice em armazéns de seres humanos.

Por outro lado, o problema de “Lisboa” é, na verdade, o problema de Loures ou Amadora. Nada tem que ver com festas de jovens pós desconfinamento. Nestas regiões mais pobres, as pessoas nunca deixaram de trabalhar, nunca. As que não caíram no desemprego imediato continuaram a trabalhar. Sei do que falo. Morei a poucos metros do Hospital Beatriz Ângelo, o novo epicentro. A narrativa destas pessoas foi sempre o risco calculado do #sairdecasa. Como diz, e bem, o presidente da câmara de Loures, entre o preço instantâneo do confinamento (mais miséria, fome ou a humilhação de pedir comida) e o hipotético preço do vírus, estas pessoas escolheram e escolhem enfrentar o vírus. Uma pobreza ainda mais profunda é o seu inimigo. Para o burguês da cidade, o vírus é a sua primeira e única ameaça existencial. Para o pobre do subúrbio, o vírus é só mais uma ameaça. Percebem a diferença?

Julgo ainda que boa parte do fanatismo do #ficaremcasa vem de pessoas que não ainda não se deram ao trabalho de observar a destruição social que já está entre nós. Só para terem uma noção, deixo aqui um número divulgado pelo Banco Alimentar do Porto: recebia 30 a 40 pedidos de ajuda por ano, agora recebe 60 por dia. A pobreza mata de forma súbita e ao longo do tempo. A pobreza é o maior indutor de doenças físicas e mentais.

Um #ficaremcasa tão profundo e desproporcionado já é a causa de uma longa lista de destruição política (fim da sacralidade de Schengen; a destruição de partidos, olhe-se o PSD; ataques à liberdade; clima de delação na sociedade), de destruição social (desemprego como nunca se viu; fome até na classe média; a ruína do percurso escolar dos mais pobres), e até de destruição médica.

O que mais me incomoda na arrogância moral do medo e da hipocondria é a presunção de que o #ficaremcasa não causa mortes. Causa, sim. Causa tantos ou mais mortos do que a covid. Estou desconfiado que causa mais. O homicídio subiu em número e crueldade. Os problemas psiquiátricos dispararam (o suicídio é uma causa de morte superior ao homicídio). Há um excesso de mortalidade que só é explicável pela morte de outras doenças crónicas não atendidas. Estes mortos não contam? Para salvar uma árvore (o número de óbitos por covid), a sociedade atirou uma bomba de destruição massiva sobre toda a floresta; o radicalismo do #ficaremcasa é como uma quimioterapia antiga e desajeitada: mata por completo a vida à volta do foco da doença; destrói a doença matando a vida. Para quê? Só para entrarmos no patético campeonato da comparação covídica entre países? Mas a saúde e a vida só têm a covid-19 como lente de observação? Os outros problemas desapareceram por artes mágicas?

Os efeitos destruidores do #ficaremcasa demorarão anos e anos a serem reparados, e muitos nunca serão reparados, a começar nos milhões de pobres do terceiro mundo que já estão a morrer à fome por causa deste #ficaremcasa tão burguês e tão ocidental. Mas, claro, lá para o ano, os fanáticos do #ficaremcasa vão fazer outra campanha, um #liveaid, para ajudar os pobres do terceiro mundo. É assim o nosso mundo: de emoção primária em emoção primária.

in, jornal expresso, por Henrique Raposo

Ódio Racial, in Sol https://sol.sapo.pt/artigo/700333/odio-racial

Marcelo, Costa e Medina: três saloios entram num bar

O que se passou esta quarta-feira foi aberrante. Esteve ao nível da caricatura, aliás, esteve ao nível da anedota. Espero que os humoristas imortalizem este momento ridículo de Medina, Costa e Marcelo.

Há em Portugal uma fome só equiparável ao tempo em que os nossos pais eram pequenos, mas Presidente, primeiro-ministro e o alcaide de Lisboa abrem o telejornal para dizer que vem aí o circo. Sim, temos de nos rir para não chorarmos com o provincianismo de quem nos governa.

Estamos a viver uma crise sem precedentes e que não era inevitável. A crise era inevitável, esta escala era evitável se a sociedade e o Estado não tivessem entrado em pânico. E, curiosamente, ao contrário do que aconteceu durante a troika, o foco da narrativa ainda não está na crise económica. Mas vou dar-vos só um número: o Banco Alimentar do Porto recebia 30 a 40 pedidos individuais por ano; agora recebe 60 por dia. Fábricas como a Super Bock estão a despedir, lojas não estão a abrir, as exportações caíram a pique e, se os outros países também seguirem o #comprenacional, continuarão baixas. Mas, no meio desta crise tremenda, Marcelo, Medina e Costa abrem os telejornais para anunciar ao povo sem pão que vem aí o circo, que Lisboa vai acolher os jogos finais da Champions. “É o que os portugueses merecem”! Como assim?

A cena demonstra um provincianismo deslumbrado com qualquer migalha mediática dada pela “Europa”. Pior: é um provincianismo sem noção. Isto é um marketing político desesperado e desfocado em relação à crise económica e desfocado em relação às tais regras do covid: então uma festa de cem pessoas da rapaziada de Lagos é tratada como uma organização criminosa, mas um evento que atrairá inevitavelmente alguns milhares de visitantes já é bom? Qual é o critério? O critério do desconfinamento é a presença ou o gosto pessoal de Medina, Costa e Marcelo, os três defensores do alegado milagre português na luta contra a covid?

Mas qual milagre? Diabéticos amputados. Doentes oncológicos por tratar. Futuras doenças oncológicas por diagnosticar. Excesso de mortalidade não explicada pela covid. Aumento de 30% dos homicídios. Velhos abandonados. Suicídios. Senilidade galopante. Depressões. Ataques às liberdades. A mentalidade da fronteira fechada. A fome que não chega à escala neorrealista por causa do Banco Alimentar. A destruição de uma geração de alunos pobres. É este o “milagre português” que Marcelo, Medina e Costa tentam esconder com este anúncio tão provinciano, o circo em Lisboa. Espero que a UEFA traga o pão. Por Henrique Raposo, in Expresso

A extrema esquerda saiu à rua, in Jornal i https://ionline.sapo.pt/artigo/699802/-a-extrema-esquerda-saiu-a-rua

Uma história de duas pessoas, in Sapo Opinião https://eco.sapo.pt/opiniao/uma-historia-de-duas-pessoas/

O Ronaldo que, afinal é o Nelinho, in Jornal Económico https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/o-ronaldo-que-afinal-e-o-nelinho-599612

Costa e os Ciganos, in Semanário SOL https://sol.sapo.pt/artigo/697311/costa-e-os-ciganos

Mais um motivo para nunca confiar em socialistas, in Observador https://observador.pt/programas/contra-corrente/mais-um-motivo-para-nunca-confiar-em-socialistas

Ideias feitas – façam de conta de que não se passou nada, in Observador https://observador.pt/programas/ideias-feitas/facam-de-conta-de-que-nao-se-passou-nada-2/

Outra encenação de António Costa, in Semanário Sol https://sol.sapo.pt/artigo/697102/outra-encenacao-de-antonio-costa

Avante para Fátima, in semanário SOL https://sol.sapo.pt/artigo/696346/avante-para-fatima

Os filhos da mãe e os filhos de Lenine, in SOL https://sol.sapo.pt/artigo/695352/os-filhos-da-mae-e-os-filhos-de-lenine

Uma imagem repugnante, in jornal CM https://www.cmjornal.pt/opiniao/detalhe/uma-imagem-repugnante?ref=HP_BlocoOpini%C3%A3o

O estado do sítio, in semanário Sol https://sol.sapo.pt/artigo/695070/o-estado-do-sitio-

https://observador.pt/opiniao/o-povo-nao-e-sereno-e-submisso/

Há boas notícias, in semanário Sol https://sol.sapo.pt/artigo/695096/ha-boas-noticias

EcoVid20 O caos na economia viral, in semanário Sol https://sol.sapo.pt/artigo/695120/ecovid20-o-caos-economico-viral-de-2020

Burocratas, in CM Jornal https://www.cmjornal.pt/opiniao/editoriais/detalhe/20200502-0038-burocratas?ref=HP_BlocoOpini%C3%A3o

Emergência e Calamidade, in CM Jornal https://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/miguel-alexandre-ganhao/detalhe/emergencia-e-calamidade?ref=HP_BlocoOpini%C3%A3o

A espada que ameaça a nossa cabeça, in Visão https://visao.sapo.pt/opiniao/ponto-de-vista/covidiario/2020-05-01-a-espada-que-ameaca-a-nossa-cabeca/

De calamidade em calamidade, https://observador.pt/opiniao/de-calamidade-em-calamidade/

Fretes na TAP custam 21 milhões, in CM Jornal https://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/miguel-alexandre-ganhao/detalhe/fretes-na-tap-custam-21-milhoes?ref=HP_BlocoOpini%C3%A3o

Cuspindo nas estatísticas, dois jornalistas, do ‘The New York Times’ e do ‘The Guardian’, inventaram um ‘milagre’ português na coronacrisis; Marcelo, com imprudência, e o governo, manhoso, pegaram na mentira para propaganda das suas capacidades de liderança. As estatísticas mundiais mostram Portugal a meio da tabela, mas os media não indicam por norma os números de infectados e de óbitos por milhão. ‘Milagre’, portanto.

O programa de desconfinamento é uma amálgama de medidas contraditórias entre si, ditada mais pelo interesse de retoma das actividades do que por razões sanitárias, e marcada por prepotência sem suporte legal (mas o Tribunal Constitucional, tão activo na crise anterior, está nesta em coma profundo). O governo, que previa contágio só fora das fronteiras, mandava abraçar velhinhos nos lares e achava as máscaras um disparate, carrega agora em medidas excessivas, não para salvar o povo, mas para salvar políticos, parafraseando Luciano Amaral no CM. Todavia, a SIC, órgão central do governo, considerou o longo discurso de Costa como o melhor desde que D. Afonso Henriques gritou “Por Santiago!” antes da batalha de Ourique. Como na cerimónia do 25 de Abril, o Estado criou excepção para as elites, desta vez para a cúria burocrática da CGTP, que, ao contrário de todos nós, os outros, teve autorização para manifestar-se no 1º de Maio em 23 cidades e para os seus burocratas atravessarem concelhos. Não foi o Dia do Trabalhador, mas o dia da CGTP e seus privilegiados: as manifestações envolveram ‘apenas quadros sindicais’.

O governo aproveita a crise em benefício próprio. O ‘Expresso’ diz que já nos metralhou com 83 entrevistas de ministros. A procissão vai no adro.

Costa não perde uma para se armar em Churchill, mas não consta que o primeiro-ministro inglês deixasse a direcção da guerra para falar cinco vezes por dia aos media.

O descontrolo proporcionado pela pandemia vai soltando os impulsos autoritários do PS. Esses afloramentos já existiam com frequência, em declarações de dirigentes como Costa, Pedro Nuno Santos ou A. Catarina Mendes. A confusão entre Estado, governo e partido aumenta, com a complacência de Marcelo e da oposição. Ontem, ” Proteção Civil sugeriu no Facebook que os portugueses ouvissem o primeiro-ministro através do canal do Grupo Parlamentar do PS”, informou o JN. O Instituto N. de Estatística mudou regras a meio do jogo e passou os novos desempregados a ‘inactivos’. Em mais um ‘milagre português’, o desemprego baixou na secretaria.

Entretanto, meio milhão recorre à caridade de banco alimentares, instituições privadas e concelhias para comer.

Estado Policial, in https://sol.sapo.pt/artigo/694968/estado-policial

https://observador.pt/opiniao/breves-factos-sobre-o-covid-19-no-contexto-internacional/

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https://sol.sapo.pt/artigo/694289/vergonha

https://sol.sapo.pt/artigo/692461/a-culpa-dos-chineses

https://sol.sapo.pt/artigo/691684/a-caminho-da-catastrofe

https://qoshe.com/jornal-sol/pedro-och-a/a-cobardia-de-marcelo/67545641

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https://observador.pt/opiniao/abril-uber-alles/

https://www.dn.pt/vida-e-futuro/quanto-maior-a-fome-pior-na-escola-em-portugal-mais-de-7-das-criancas-sente-fome-todos-os-dias-

A pandemia que o governo não deixa ver, in Observador https://observador.pt/opiniao/a-pandemia-que-o-governo-nao-deixa-ver/

Visão factual, in Observador https://observador.pt/opiniao/visao-factual-epidemiologica-portugal-e-um-dos-paises-mais-perigosos-do-mundo-na-covid-19/

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